Excelente réplica da equipa de Algés na Luz

Benfica sofre para vencer Algés 


ÁGUIAS TRIUNFARAM POR APENAS 4 PONTOS (70-66)

O Benfica teve de sofrer para derrotar o Algés (70-66), em partida da 3.ª jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol. Os encarnados, ainda invictos na competição, tiveram pela frente um rival aguerrido e, ao mesmo tempo, geriram a equipa tendo em vista a disputa da Supertaça, agendada para domingo, frente à Académica. Os campeões nacionais estiveram sempre na frente do marcador mas o atual campeão da Proliga nunca desistiu, mantendo a diferença quase sempre na casa das unidades. Os visitantes chegaram a estar a 3 pontos (66-69) na reta final do 4.º período mas as águias aguentaram a vantagem. A nível individual, o extremo benfiquista Carlos Andrade esteve em destaque com um duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos). No Algés, António Pires evidenciou-se com 17 pontos e 10 assistências. Benfica obrigado a aplicar-se 
O SL Benfica voltou a ter que trabalhar muito para conquistar mais uma vitória no campeonato, isto porque, o Algés se apresentou de forma brilhante na deslocação que efetuou ao Pavilhão Império Bonança (70-66). Se é verdade que os atiradores encarnados não estiveram numa tarde de grande inspiração, a forma como o Algés, claramente com outros argumentos, se bateu com os atuais campeões nacionais foi brilhante, tendo criado imensos problemas à forte defesa benfiquista. Excelente réplica do Algés durante os primeiros 20 minutos, fazendo do tiro de três pontos a sua principal arma ofensiva, enquanto que na defesa, a zona 2x3 era a opção escolhida para travar a capacidade ofensiva dos encarnados. O desacerto benfiquista no tiro de longa distância, bem como em alguns lançamentos próximos do cesto, faziam com os algesinos, com todo o mérito, se mantivessem na discussão do jogo. As entradas de Heshimu (6 pontos e 3 ressaltos), Cláudio Fonseca (10 pontos e 2 ressaltos) e Diogo Carreira (6 pontos e 4 assistências) vieram mexer com o jogo, sobretudo na forma como Benfica passou a atacar a defesa zona, a procurar jogar mais próximo do cesto, mas também passou a ter outra presença no ressalto ofensivo. No entanto, a formação de Algés mantinha-se fiel ao seu estilo de jogo, a penetrar e assistir os atiradores. Ou então com o base António Pires (17 pontos, 10 assistências e 4 ressaltos) a criar desequilíbrios na defesa benfiquista, para ele próprio finalizar, ou dar inicio à rotação da bola no ataque até encontrarem o jogador livre. O intervalo chegava com os atuais campeões nacionais na frente do marcador (36-30), se bem que, com o Algés na discussão do jogo. No inicio do segundo tempo era recorrente no Benfica tentar o tiro de três pontos como forma de contrariar a mesma defesa zona do Algés, só que a tarde não era de inspiração para os atiradores encarnados. O Algés mantinha a sua agressividade ofensiva, Quintino (16 pontos e 7 ressaltos) era eficiente nas ações de contra-ataque, e António Pires era um autêntico quebra-cabeças para a defesa do Benfica de cada vez que jogava o bloqueio direto. Ainda assim, e beneficiando em parte da 3ª falta de Quintino e Josimar (5 pontos e 9 ressaltos), o Benfica sempre que jogava na áreas próximas do cesto somava pontos, pelo que a marcha do marcador continuava a ser dominada pelos encarnados. Um fantástico triplo, de muito longe, mesmo em cima da buzina, de Diogo Correia (10 pontos e 3 ressaltos), fechava o 3º período com o Benfica na frente por 53-48. Para o último quarto o técnico Carlos Lisboa optou por colocar a defender António Pires, um jogador mais alto (Andrade), para assim poder trocar em todos os bloqueios diretos. Assim como fez os seus jogadores subir a defesa para todo o campo, aumentando assim a intensidade defensiva da equipa. Os contra-ataques encarnados passaram a acontecer, e num ápice o Benfica atingia os dez pontos de vantagem (62-52). Mas o Algés recusava-se a entregar, e António Pires e Quintino continuavam enormes a liderar a equipa, que voltou a encostar o resultado a três pontos de diferença (66-69) já nos instantes finais do jogo. Mas já era tarde demais para conseguirem chegar à vitória. O extremo Carlos Andrade, duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos), foi o jogador mais valorizado dos encarnados, logo seguido por Seth Doliboa (9 pontos, 7 ressaltos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola). No Algés, muito embora o esforço de todos os atletas que participaram no jogo, Pires e Quintino foram brilhantes na forma como mantiveram a equipa sempre na discussão do jogo. Algés deixou Águia a tremer 

Se muitos adeptos temiam que o SL Benfica fosse ter um passeio tranquilo durante a Fase Regular da LPB, estes primeiros jogos das Águias parecem desmentir isso mesmo. Depois da suada vitória na visita à Madeira, novo triunfo arrancado a ferros, desta feita na recepção ao Algés. Apesar do melhor arranque dos encarnados (9-2), os Campeões da Proliga não baixaram os braços e foram atrás do prejuízo recorrendo à lei da bomba. Com um bom aproveitamento na hora de lançar ao cesto para lá dos 6.75m, os algesinos encostaram no marcador e iam mostrando condições para discutir o jogo com os principais candidatos ao título. Se o extremo Danilson Vieira mostrava acerto nos tiros de 3, era a dupla formada por António Pires e Rui Quintino quem liderava os verdes de Algés - com 17 pontos, 10 assistências e 10 faltas provocadas, o base dos visitantes colocava a cabeça em água ao SL Benfica e vencia o duelo com os seus directos adversários. No lado benfiquista, Carlos Lisboa não tirava Seth Doliboa de campo e o norte-americano correspondia principalmente nas tabelas e nas tarefas defensivas. No entanto, eram os internacionais portugueses Carlos Andrade, Betinho e Cláudio Fonseca quem somava mais pontos em ataque, com o ex-FC Porto Ferpinta a registar um duplo-duplo, fruto dos seus 10 ressaltos. O SL Benfica mantinha-se sempre na liderança, mas nunca conseguia descolar no marcador e à entrada para os derradeiros 20 segundos de jogo vencia por apenas 3 de diferença, O Algés não conseguiu anular esta pequena barreira e pouco depois de Ricky Franklin ter colocado o resultado numa diferença de duas posses de bola soou a buzina final que ditava o segundo triunfo consecutivo das Águias.
SL Benfica, 70 Pedro Belo (-), Heshimu Evans (6), Ricky Franklin (4), Diogo Carreira (6), LaceDarius Dunn (4), Miguel Minhava (-), Cláudio Fonseca (10), Elvis Évora (8), Seth Doliboa (9), João Gomes (10), Tomás Barroso (-) e Carlos Andrade (13).
Algés, 66 Diogo Correia (10), José Torres (-), Valdemar Costa (0) Fidel Mendonça (-), António Pires (17), António Paulo (-), Rui Quintino (16), Danilson Vieira (11), João Ferreira (-), João Manuel (7), Luís Câmara (0) e Josimar Cardoso (5). 
Benfica vence Algés sem convencer (70-66) 
O Benfica recebeu e venceu, esta quinta-feira, o Algés por 70-66. Apesar da vitória, os comandados de Carlos Lisboa estiveram pouco inspirados. Carlos Andrade destacou-se com 13 pontos e 10 ressaltos, mas as águias mostraram-se desastrosas nos lançamentos triplos (apenas cinco convertidos em 29 tentativas). Mérito houve também do Algés, com especial evidência para o base António Pires (17 pontos/10 assistências/4 ressaltos).

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